O
núcleo de Porto Alegre da Juventude Liberdade e Revolução (LibRe) fará
uma atividade de formação e debate nos dias 15 e 16/12 na cidade de
Tapes. Os temas que serão tratados por lá partem da seguinte pergunta: "Como uma organização de jovens pode contribuir com a transformação social?"
Lá queremos discutir muito sobre o que fazer (e como fazer) para revolucionar essa nossa sociedade opressora e exploradora.
Não sabe o que é a Juventude LibRe? Entra no nosso blog e conheça nossas ideias, chame o(a) camarada que te mandou esse e-mail para um bate-papo, mas não deixe de aparecer!
O quê? Formação e Debate da Juventude LibRe
Quando? Dias 15 e 16/12
Onde? Tapes (1h15 de POA)
Se eu quiser ir, como faço? Entra em contato conosco (juventudelibre@yahoo.com.br)
para que possamos organizar a tua ida para lá: de carro, de ônibus ou
de carona. Pedimos uma contribuição de R$10 para custear a alimentação.
Ultrapassa a 90 o número de palestin@s mortos, dentre vários civis, crianças e mulheres, desde o início dos ataques de Israel à Faixa de Gaza, território com cerca de 1,7 milhões de habitantes, sendo metade composta por uma população infantil.
Hospitais não dão conta de atender aos mais de 700 feridos, além do escassez de diversos medicamentos essenciais e materiais descartáveis, segundo o Ministério da Saúde, em Gaza.
É com enorme desfaçatez que os EUA e a União Europeia declaram apoio à atual invasão israelense com pretexto da defesa de Israel. Assim como da última ofensiva do sionismo israelense em 2008, mais de 1400 palestinos foram mortos, dentre eles 700 civis. "Do lado de Israel se contaram dez soldados e nenhuma vítima civil". conforme dados apontados por Atílio Boron (Fonte: Rebelion.org).
Na Casa Branca... manchas de sangue escorrem das mãos atadas e sujam os alvos muros da desesperança.
Manifestamos nossa solidariedade internacional militante ao povo da Palestina que vem sendo alvo de cruéis ataques cometidos por Israel!
Apoiamos uma resistência popular em luta pela vida!
Exigimos um posicionamento de incondicional rejeição à ofensiva e prestar toda solidariedade possível por parte do governo brasileiro!
Abaixo segue a canção do músico e escritor palestino Khaled El-Hibrisang.
Em Gaza estamos bem
E você, como está?
Estamos bem, sob ataques
E você, como está?
Nossos mártires estão embaixo dos escombros
Nossas crianças vivem agora em tendas de campana
E perguntam por você.
Estamos bem em Gaza
E você, como está?
O mar está atrás de nós
Mas lutamos
O inimigo está frente a nós
Mas seguimos lutando
Temos tudo o que necessitamos:
Alimento e armas
Promessas de paz
Agradecemos tanto seu apoio!
Estamos bem em Gaza
E você, como está?
Nossas almas
Nossas feridas
Nossas casas
Nosso céu
Nossos rostos
Nosso sangue
Nossos olhos
Nossos ataúdes
Proteja-nos de suas armas,
De suas promessas,
De suas palavras,
De suas espadas...
Tombava há 45 anos o corpo de Che Guevara, homem radicalmente humano, que lutou pela libertação dos povos até o último sopro de sua vida. Estudioso e militante marxista, defendeu que todo processo Revolucionário é um ato de amor . ATÉ A VITÓRIA SEMPRE, COMANDANTE!
Discurso de Che sobre O que deve ser um jovem comunista.
[...]
Quero formular agora, companheiros, qual é a minha opinião, a visão de um dirigente nacional das ORI, do que é que deve ser um jovem comunista, a ver se estivermos de acordo todos.
Eu acho que o primeiro que deve caracterizar um jovem comunista é a honra que sente por ser um jovem comunista. Essa honra que o leva a mostrar perante todo o mundo a sua condição de jovem comunista, que não o vira para a clandestinidade, que não o reduz a fórmulas, mas que o exprime a cada momento, que lhe sai do espírito, que tem interesse em demonstrá-lo porque é o seu símbolo de orgulho.
Junto disso, um grande sentido do dever para a sociedade que estamos a construir, com os nossos semelhantes como seres humanos e com todos os homens do mundo. Isso é algo que deve caracterizar o jovem comunista. Ao pé disso, uma grande sensibilidade ante todos os problemas, grande sensibilidade face à injustiça. Espírito inconforme cada vez que surge algo que está mal, tenha-o dito quem o disser. Pôr em questão todo o que não se perceber. Discutir e pedir aclaração do que não estiver claro. Declarar a guerra ao formalismo, a todos os tipos de formalismo. Estar sempre aberto para receber as novas experiências, para conformar a grande experiência da humanidade, que leva muitos anos a avançar pola senda do socialismo, às condições concretas do nosso país, às realidades que existem em Cuba. E pensar -todos e cada um- como irmos mudando a realidade, como irmos melhorando-a.
O jovem comunista deve tentar ser sempre o primeiro em tudo, lutar por ser o primeiro, e sentir-se incomodado quando em algo ocupa outro lugar. Lutar sempre por melhorar, por ser o primeiro. Claro que nem todos podem ser o primeiro, mas sim estar entre os primeiros, no grupo de vanguarda. Ser um exemplo vivo, ser o espelho onde podam olhar-se os homens e mulheres de idade mais avançada que perderam certo entusiasmo juvenil, que perderam a fé na vida e que ante o estímulo do exemplo reagem sempre bem. Eis outra tarefa dos jovens comunistas.
Junto disso, um grande espírito de sacrifício, um espírito de sacrifício não apenas para as jornadas heroicas, mas para todo o momento. Sacrificar-se para ajudar o companheiro nas pequenas tarefas e que poda cumprir o seu trabalho, para que poda cumprir com o seu dever no colégio, no estudo, para que poda melhorar de qualquer maneira. Estar sempre atento a toda a massa humana que o rodeia.
Quer dizer: apresenta-se a todo jovem comunista a tarefa de ser essencialmente humano, ser tão humano que se aproxime ao melhor do humano, purificar o melhor do homem por meio do trabalho, do estudo, do exercício de solidariedade continuada com o povo e com todos os povos do mundo, desenvolver ao máximo a sensibilidade até se sentir angustiado quando um homem é assassinado em qualquer canto do mundo e para se sentir entusiasmado quando em algum canto do mundo se alça uma nova bandeira de liberdade.
O jovem comunista não pode estar limitado polas fronteiras de um território, o jovem comunista deve praticar o internacionalismo proletário e senti-lo como cousa de seu. Lembrar-se, como devemos lembrar-nos nós, aspirantes a comunistas cá em Cuba, que somos um exemplo real e palpável para toda a nossa América, para outros países do mundo que lutam também noutros continentes pola sua liberdade, contra o colonialismo, contra o neocolonialismo, contra o imperialismo, contra todas as formas de opressão dos sistemas injustos. Lembrar sempre que somos um facho acesso, que somos o mesmo espelho que cada um de nós individualmente é para o povo de Cuba, e somos esse espelho para que se olhem nele os povos da América, os povos do mundo oprimido -que lutam pola sua liberdade. E devemos ser dignos desse exemplo. Em todo o momento e a toda a hora ser dignos desse exemplos.
Isso é o que nós julgamos que deve ser um jovem comunista. E se se nos dissesse que somos quase uns românticos, que somos uns idealistas inveterados, que estamos a pensar em cousas impossíveis, e que não se pode atingir da massa de um povo que seja quase um arquétipo humano, nós temos de contestar, uma e mil vezes, que sim, que sim se pode, que estamos no certo, que todo o povo pode ir avançando, ir liquidando intransigentemente todos aqueles que ficarem atrás, que não forem capazes de marcharem ao ritmo a que marcha a revolução cubana. Tem de ser assim, deve ser assim, e assim é que será, companheiros, será assim, porque vocês som jovens comunistas, criadores da sociedade perfeita, seres humanos destinados a viver num mundo novo de onde terá desaparecido de vez todo o caduco, todo o velho, todo o que representar a sociedade cujas bases acabam de ser destruídas.
Para atingirmos isso cumpre trabalhar todos os dias. Trabalhar no senso interno de aperfeiçoamento, de aumento dos conhecimentos de aumento da compreensão do mundo que nos rodeia. Inquirir e pesquisar e conhecer bem o porquê das cousas e colocar sempre os grandes problemas da Humanidade como problemas próprios.
Destarte, num momento dado, num dia qualquer do anos que venham -após passarmos muitos sacrifícios, sim, depois de termo-nos porventura visto muitas vezes à beira da destruição- após termos porventura visto como as nossas fábricas som destruídas e de tê-las reconstruído de novo, depois de assistirmos ao assassinato, à matança de muitos de nós e de reconstruirmos o que for destruído, ao fim de isso tudo, um dia qualquer, quase sem repararmos, teremos criado, junto dos outros povos do mundo, a sociedade comunista, o nosso ideal.
Cidade já registrou 68 incêndios desse tipo em 2012 e mais de 500 desde 2005, quando José Serra extinguiu programa de prevenção
São Paulo - A cidade de São Paulo
amanheceu hoje (17) com mais um incêndio em área ocupada por
favela, o 68º do ano. Deste às 7h da manhã, a chamas destroem as
casas da favela do Moinho, no bairro Campos Elíseos, região
central. Parte do núcleo já havia incendiado em dezembro do ano
passado.
O Corpo de Bombeiros
registra mais de 500 incêndios em favelas de São Paulo nos últimos
sete anos, após o então prefeito José Serra (PSDB) ter acabado com
um programa de prevenção a esse tipo de ocorrência. Uma CPI na
Câmara Municipal foi criada em abril para investigar os casos. Há
suspeita de que os incêndios sejam criminosos, de maneira a “limpar
as áreas” para empreendimentos imobiliários ou obras viárias.
A favela do moinho tem
aproximadamente 300 barracos. Ainda não há informação de vítimas
e desabrigados.
No incêndio de dezembro, o fogo devastou um terço
da comunidade, onde moravam cerca de 600 pessoas. O local afetado
tinha 6.000 m². Duas pessoas morreram e dezenas de famílias ficaram
desabrigadas.
A área onde está a favela do Moinho vem sendo
alvo de disputas judiciais entre a prefeitura e os moradores nos
últimos anos. Enquanto a administração municipal tenta
desapropriar a área e utilizá-la para outros fins, os moradores
buscam conquistar o direito de permanecer no local.
A nossa América passa por uma mudança de época que se expressa no avanço das democracias participativas, protagonizadas pelos movimentos sociais e populares em um ambiente de inclusão e dignificação econômica. Reconhecemos na diversidade e no dissenso dos partidos, movimentos e plataformas políticas o sustento de sociedades justas.
Neste contexto, o povo colombiano vem impulsionando alternativas sociais e políticas que superem o conflito armado interno e construam a paz com justiça social, como passo imprescindível para a democracia. Surgiu das organizações sindicais, camponesas, estudantis, culturais e lutadores pelos direitos humanos o Movimento Político e Social Marcha Patriótica, que manifesta como principais demandas na sua plataforma política, a necessidade da Solução Política ao conflito armado, uma reforma agrária democrática, a luta pela sustentabilidade ambiental, a instauração de uma democracia participativa e a soberania nacional.
Os ataques contra este movimento popular são ataques contra a democracia, e impedem avançar na consecução da paz, atentando contra as liberdades políticas do povo colombiano. Afirmamos com clareza que se devem respeitar e apoiar todos os esforços democratizadores e participativos que permitam consolidar América Latina como um território de paz.
Diante do exposto, exortamos o governo colombiano a restabelecer os direitos políticos da líder Piedad Córdoba; que se garanta a vida de todos e todas integrantes do movimento Marcha Patriótica e se lhe outorguem as condições necessárias para o exercício da oposição política. Comprometemo-nos a estar atenciosos para evitar qualquer atentado contra os direitos à vida e a participação deste movimento político e da sociedade colombiana em geral.
Chamamos à comunidade latino-americana e mundial a apoiar a busca de uma solução política ao conflito e a solidarizar se com o povo colombiano em sua luta por ampliar a democracia e conquistar garantias políticas e sociais.
América Latina, Setembro de 2012
ASSINAM. Organizações:
Associação Cultural José Marti - Rio de Janeiro Casa da América Latina Central de Movimentos Populares do Brasil - CMP Centro Brasileiro de solidariedade aos Povos e Luta pela Paz - CEBRA PAZ Comitê de Solidariedade ao Povo Colombiano - CSPC Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino - RJ Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes - CCLCP Grupo Cultural Colombiano La Pola Juventude Comunista Avançando - JCA Juventude Liberdade e Revolução - LibRe Movimento de Moradia da Cidade de São Paulo - MMC Movimentos dos trabalhadores rurais sem terra – MST
Partido Comunista Brasileiro - PCB Refundação Comunista - RC União da Juventude Comunista - UJC Unidade Classista
Pessoas físicas e jurídicas:
Anita Leocádia Prestes - Presidente do Instituto Luiz Carlos Prestes Dillyane de Sousa Ribeiro - Estudiante de Derecho de La Universidad Federal de Ceará/Brasil Edmilson Costa - Secretário de Relações Internacionais do PCB Edson Antonio Albertão – Professo, Guarulhos São Paulo Geraldo Martins de A. Filho - PCB-SP Heloísa Fernandes - Socióloga Hiran Roedel - Diretor do Sindicato dos Professores do RJ Ivan Pinheiro - Secretário Geral do PCB
M. Ec. Antonio Elías - Universidad de la Republica, Uruguay Marcelo Braz Moraes dos Reis Mauro Iasi - Presidente da Associaação dos Docentes da UFRJ Milton Pinheiro - Professor de Ciência Política da Universidade do Estado da Bahia/Brasil e editor da revista teórica NOVOS TEMAS. Milton Temer - Jornalista Osmar do Amaral Barbosa - Em arte, Osmar Prado Paulo Illes - Militante por los derechos de los y las migrantes Roberto Leher - Professor faculdade de educação da UFRJ, Brasil. Socorro Gomes - Presidente do Cebrapaz
No próximo dia 25/08, sábado, o núcleo da Juventude LibRe de Cotia organizará um debate sobre os tempos da ditadura militar no Brasil. Dentre os temas do debate, repressão e luta armada configuram como um dos principais motes do bate-papo. Estão todas e todos convidados!
"Eu acredito na transformação radical e na revolução social" - Trecho de canção feita por militantes da LibRe
São apenas quatro anos de história desde que o primeiro grupo de militantes organizasse em julho de 2008, em Florianópolis, a Juventude Liberdade e Revolução. Na ocasião encontravam-se diversos agrupamentos, coletivos e partidos no Fórum de Unidade dos Comunistas.
A juventude ali presente, empolgada pela agitação que se dava no encontro, optava por um modelo organizativo que pudesse contribuir para as lutas da juventude com os movimentos sociais, populares, de cultura e pelos jovens trabalhadores e na luta pela construção do socialismo.
Pouco a pouco damos nossos passos e crescemos como instrumento de tranformações por uma sociedade mais justa. Defendemos a valorização radical do ser humano sobre as imposições do capital e o modo social vigente, que prega a supervalorização das mercadorias sobre as pessoas.
Lutamos contra as todas opressões... contra o racismo, machismo, homofobia, xenofobia!
Defendemos um modelo de Estado que seja laico!
Defendemos a auto-determinação dos povos e somos contrários aos golpes, intervenções militares e/ou econômicas perpretadas pelo imperialismo e pelas classes dominantes mundiais, como o embargo em Cuba!
Rechaçamos o recente golpe no Paraguai, assim como não esquecemos as intervenções da OTAN na Líbia (2011), o ataque em Honduras (2009) e inclusive a ação militar brasileira até hoje presente no Haiti! Além de outras tantas tentativas de desestabilizar governos democraticamente eleitos, como na Venezuela (2002), Bolivia (2008) e Equador (2010)!
Lutamos
pela instalação de uma Comissão da Verdade que apresente punição real
aos interventores durante o período da ditadura militar no Brasil,
indenização às famílias e o direito a memória com a abertura dos
documentos!
Rechaçamos as ações da repressão violenta ao povo pobre e trabalhador, em geral nas periferias, onde a polícia mata e o Estado não vê. Principalmente a juventude tem sido alvo de ataques, bem como da perseguição aos movimentos sociais e violações aos direitos humanos!