sábado, 9 de abril de 2016

TODO APOIO AO MST! COMPANHEIROS VILMAR BORDIM E LEOMAR BHORBAK, PRESENTES!


No último dia 7 de abril o acampamento Dom Tomas Balduíno sofreu um ataque violento da Polícia Militar do Estado do Paraná e da segurança particular da empresa Araupel, grileira e dona de latifúndio na região. A emboscada terminou com o assassinato dos trabalhadores rurais Vilmar Bordim (44) e Leomar Bhorbak (25).

Estes companheiros são vítimas da luta pela reforma agrária no País. O acampamento, que fica na região de Quedas do Iguaçu, possui 1500 famílias entre elas as de Bordim e Bhorbak. Com o agravamento da crise, a direita radical busca articular forças para a ampliação das restrições e sufocar ainda mais os movimentos populares. 

Por isso, manifestamos nossa solidariedade às famílias e todo apoio ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra!

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Solidariedade a Guilherme Boulos e ao MTST


O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, Guilherme Boulos, tem sido alvo de perseguição por parte de parlamentares do DEM e do PSDB, que entraram com representação junto ao Ministério Público Federal pedindo sua prisão sob a alegação de incitação de violência e formação de milícia privada.
Diante do aprofundamento de uma das maiores crises políticas e institucionais do País, a direita, representada por grupos monopolistas-financeiros e imperialistas, se articula para a realização do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Boulos e o MTST, que apresentam profundas críticas às políticas adotadas pelo governo federal, se declaram contra a interrupção do mandato de Dilma e por isso sofrem as consequências da ampliação das restrições e da criminalização dos movimentos populares e pobres.
É necessário uma ampla mobilização das forças populares para derrotar o golpismo reacionário em marcha e impedir a regressão do regime político assim como a supressão dos direitos e conquistas das classes exploradas e oprimidas.
Todo apoio ao companheiro Guilherme Boulos e ao MTST!
Contra a criminalização dos movimentos e das lutas populares!

segunda-feira, 21 de março de 2016

Povo vai às ruas em defesa da democracia

Protesto na Av. Paulista, em São Paulo, reuniu uma multidão contra o golpe

No último dia 18 de março, a população deu uma importante demonstração de sua força contra o golpismo e em defesa das liberdades e dos direitos direitos democráticos. Milhares de pessoas foram às ruas de todo o país em protesto para barrar as tentativas de golpe, promovidas pela direita radical.

A Juventude Liberdade e Revolução - LibRe soma-se às iniciativas populares amplas e unitárias que visem barrar o movimento golpista, contra o impeachment respeitando o voto popular, contra a criminalização dos movimentos populares e partidos políticos. 

Somos contra o ajuste fiscal, a reforma da previdência e os demais ataques aos direitos dos trabalhadores.


Povo repudia a Rede Globo, abertamente apoiadora do golpismo

quarta-feira, 16 de março de 2016

Contra o golpe, em defesa da democracia - Todos aos atos do dia 18/3!

Nota da Juventude Liberdade e Revolução – LibRe 

Diante do agravamento da crise política e institucional por que passa o Brasil, a Juventude LibRe vem se manifestar em defesa da democracia e contra qualquer mobilização golpista, denominada pelo eufemismo jurídico “impeachment”.
O arranjo político que sustentou o ciclo de poder do último período, encabeçado pela coalização PT e PMDB, e que buscou promover uma conciliação feita por cima entre a burguesia e a força de trabalho, esgotou-se em razão da crise econômica e do acúmulo de poder dos setores conservadores, não só no Brasil, mas em toda América Latina. Tais setores espreitam a oportunidade de um novo arranjo político que possa aprofundar a acumulação de capital e a espoliação da classe trabalhadora, expressa na agenda conservadora em pauta no Congresso, que passa por transferir a demarcação de terras indígenas do Executivo ao Legislativo, aprovar terceirização como atividade-fim, a abertura do pré-sal às multinacionais, etc.
A crise do capitalismo atingiu o epicentro do sistema nos últimos anos. O bloco composto por EUA e União Européia passou por um aprofundamento da onda depressiva, com baixos patamares de crescimento e altos índices de desemprego, protestos e convulsões sociais.
Por essas razões, compreendemos que há um movimento capitaneado por forças conservadoras e associadas ao capital transnacional internamente que, apoiado na insatisfação popular e na atuação partidarizada do poder Judiciário, pretende reverter o resultado das urnas e atropelar o processo democrático no Brasil. Não temos dúvida: o movimento pró-impeachment é uma articulação de direita que deve ser visto e denunciado como golpe.
Sabemos que o governo Dilma, especialmente nesse princípio de segundo mandato, pressionado pelo Congresso conservador, assumiu uma agenda política anti-povo, manifesta no ajuste fiscal e agenda Brasil que pesou sobre os ombros da classe trabalhadora. Nesse sentido, a frustração e o ressentimento dos que a elegeram é justificada. Entretanto, entendemos que o que está em jogo é a substituição desse governo de conciliação pelos representantes mais diretos das elites brasileiras, cujo principal propósito é limpar o caminho para a aprovação das medidas de retrocesso que esperam votação na Câmara e no Senado.
Tal avalanche conservadora e neoliberal já conquistou vitórias na Argentina, com a eleição de Maurício Macri, na Bolívia, com a derrota do plebiscito para reeleição de Evo Morales, e na Venezuela, com a eleição de um Parlamento de oposição a Maduro. No Brasil, porém, derrotada nas eleições de 2014, apesar de conquistar terreno na Câmara, revela seu caráter golpista ao embarcar na defesa da interrupção do mandado constitucional de Dilma. O que está em questão, portanto, no Brasil, é ainda mais importante do que o conteúdo progressista ou conservador de um governo. Um processo de impeachment sem fundamentação jurídica, propostas de parlamentarismo – já derrotadas em plebiscito popular duas vezes em nossa história – e o crescimento de apelos por ‘intervenção militar’, desempenham um papel deletério para nossa democracia, conquistada à custa de muita luta pelo povo brasileiro.
Não estamos aqui apenas para um expressar posicionamento, e sim para afirmar que a juventude estudantil e trabalhadora desse país não irá assistir passivamente a uma nova ruptura democrática, nem que “desarmada” e, aparentemente, “constitucional”. Não vamos permitir retrocessos em direitos.
No próximo dia 18 de março vão ocorrer manifestações por todo o país contra o golpe em defesa da democracia e dos direitos. Convocamos todos a somarem forças neste momento.

Confira alguns locais:
São Paulo (SP) – MASP, a partir das 16h
Rio de Janeiro RJ) – Praça XV, a partir das 16h
Porto Alegre (RS) – Esquina Democrática, a partir das 17h
Salvador (BA) – Campo Grande, a partir das 15h
Belém (PA) – Praça da República, a partir das 17h
Belo Horizonte (MG) – Praça Afonso Arinos, a partir das 16h
Fortaleza (CE) - Praça da Bandeira, a partir das 14h
Brasília (DF) - Ato no museu da república, a partir das 18h
Curitiba (PR) - Praça Santos Andrade, a partir das 18h
Recife (PE) – Praça Derby, a partir das 15h


A lista completa está disponível no site da Frente Brasil Popular

Não vai ter golpe!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Chega de aumento: Queremos transporte público de qualidade!


Todos ao ato hoje (8/1), às 17h, no Teatro Municipal em São Paulo

Desde a divulgação do aumento das tarifas de metrô, trem e ônibus feita pelo governador Alckmin (PSDB) e o prefeito Haddad (PT) a população tem se organizado para lutar nas ruas contra esta medida imposta. O transporte público é um direito e deve ser garantido a todos. 

O resultado das lutas populares em junho de 2013 mostrou que a redução da tarifa de R$ 3,20 para R$ 3,00 não buscava apenas a diminuição do valor em si, mas foi a prova de que lutar, estar nas ruas e manifestar a opinião popular tem efeitos transformadores.

Portanto, podemos mostrar que o povo unido pode impedir o reajuste da tarifa de R$ 3,50 para R$ 3,80 e dizer “NÃO” juntos e em uma única voz. Os militantes da Juventude LibRe apoiam a luta dos trabalhadores e estudantes, e dizemos “NÃO” ao transporte público superlotado, “NÃO” ao reajuste e “SIM” para a redução da tarifa de Ônibus/Metrô/Trem.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

ELEIÇÕES DCE UFRGS 2015 | Posição da Juventude Liberdade e Revolução sobre a participação e apoio no processo


Nos dias 24, 25 e 26 de novembro ocorrerão as eleições para o Diretório Central de Estudantes da UFRGS. Cinco chapas concorrem à gestão da entidade e já vêm se movimentando dentro da Universidade.

Achamos pertinente justificar nossa decisão de não compor nenhuma chapa para essas eleições, entendendo que isso pressupõe uma responsabilidade que excede nossas possibilidades de atuação, sendo prova disso o fato de não termos conseguido nos dedicar na construção de uma chapa da maneira que acreditamos ideal.

Compreendemos que um DCE tem como principal função a organização estudantil, congregando Diretórios e Centros Acadêmicos e o conjunto de estudantes da Universidade, para avançar nas conquistas dentro e fora do espaço universitário. Nesse sentido, acreditamos que uma configuração de chapa que se pretende ampla e plural deve surgir de um esforço coletivo de aproximação de grupos, entidades, organizações e, especialmente, estudantes independentes, dando espaço e voz a todos e todas que desejam ser sujeitos da mobilização estudantil. Pensando nisso e sem vislumbrar esse movimento de aproximação e ampliação em nenhuma das chapas, optamos por não nos colocarmos em nenhuma delas.

Consideramos que para enfrentar as políticas  conservadoras e de retirada de direitos que vivemos em 2015 e se acirrarão no próximo ano, se faz necessária a construção de um movimento estudantil participativo e forte, seja através dos diretórios e centros acadêmicos ou de um DCE que cumpra o papel de articulador da mobilização desde a base. Assim, entendemos que a chapa 5 “Lado a lado somos muito mais” é a que melhor expressa, em suas pautas e propostas, aquilo que defendemos para o DCE: a mobilização contra os cortes na educação, o combate às opressões, a luta pelos direitos estudantis e a defesa da educação pública, gratuita e de qualidade em direção a construção de uma Universidade Popular.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Escolas em SP: Alckmin fecha, alunos ocupam


Estudantes e professores, em São Paulo, ocuparam duas unidades de ensino em protesto contra o fechamento de 94 escolas da rede estadual. Após vários protestos que ocorreram nos últimos dias, os alunos das escolas Fernão Dias Paes, em Pinheiros, e Escola Estadual de Diadema, que fica neste município, decidiram ocupar estes espaços. A água foi cortada e a PM cercou a região, tendo registro da utilização de gás de pimenta para reprimir as mobilizações.

Os manifestantes prometem ficar no local até que o governo estadual volte atrás na decisão. O governador Alckmin anunciou o fechamento das unidades de ensino a como parte do plano de "reorganização escolar". Com a diminuição das unidades, a superlotação de salas aumentará e a demissão e redução de salários de professores, sobretudo de contratados emergencialmente, deve acontecer.

A situação precária do ensino público paulista é flagrante e, mesmo assim, o governo tucano anunciou a medida sem qualquer consulta ou discussão com a comunidade escolar. Neste ano cerca de 3.390 salas de aula foram fechadas e muitas iniciaram o ano letivo com até 60 alunos por classe.

Todo apoio aos estudantes, docentes e movimentos populares que lutam contra este projeto de precarização do ensino promovido pelo governo tucano!