Entre os dias 31/10 e 2/11 de 2015 aconteceu um encontro nacional de formação política da Juventude Liberdade e Revolução (LibRe). Os estudos e discussões passam pelo processo de formação militante fundamentais às lutas por transformação radical da sociedade. Assista!
terça-feira, 10 de novembro de 2015
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
8/11: Participe dos atos Fora Cunha e Contra o ajuste fiscal
No próximo domingo (8/11), a população vai às ruas em diversas capitais e cidades de todo país para manifestar seu repúdio ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), e à política do ajuste fiscal que promove um ataque intenso aos direitos e conquistas dos trabalhadores e da população mais pobre.
Cunha se transformou no inimigo público da juventude ao impor uma agenda conservadora ao Congresso e realizar manobras de viés golpista, como foi na votação pela redução da maioridade penal. O deputado, que está envolvido na operação Lava Jato e é acusado de receber UR$ 5 milhões, quer ainda aprovar o PL 5069/13 que criminaliza o aborto em casos de estupro, um violento ataque às mulheres.
A proposta de ajuste fiscal como quer o governo federal é o resultado de uma política de austeridade diante da crise econômica. Na prática a ideia é repassar a conta aos trabalhadores. A edição das Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665 dificultou o acesso ao seguro-desemprego, abono salarial, seguro-defeso e os cortes no orçamento atingiram áreas como educação, habitação e saúde.
Dia 8/11 diremos um sonoro #ForaCunha e #NãoaoAjuste. Participe!
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Ativistas realizam ato em SP para homenagear Marighella, nesta quarta, 4
Manifestação ocorre no local onde ele foi executado pela ditadura
Por Lúcia Rodrigues
Ativistas de direitos humanos, ex-presos políticos e parentes de vítimas da repressão militar participam de uma homenagem a Carlos Marighella, o comandante da Ação Libertadora Nacional (ALN), organização de resistência à ditadura, nesta quarta, 4, às 10h, em frente ao número 815 da alameda Casa Branca, nos Jardins, zona sul da capital paulista.
No local, há 46 anos, no dia 4 de novembro de 1969, forças da ditadura militar fuzilavam, em uma emboscada liderada pelo delegado-torturador Sérgio Paranhos Fleury, o comunista Carlos Marighella.
Considerado pelos militares o inimigo número um da ditadura, o baiano de Salvador, além do ativismo político também incomodava o regime com a caneta. Desde jovem escrevia poemas com denúncias sociais. Um deles lhe causaria sua primeira prisão no início da década de 1930, durante o governo de Getúlio Vargas.
Filho de um operário italiano e neto de escravos por parte de mãe, uma baiana negra, Marighella enfrentou as adversidades com determinação. Tinha no sangue a indignação e a valentia para a luta. Não hesitou em comandar a resistência armada quando houve o fechamento do regime. É de sua autoria o livro Mini Manual do Guerrilheiro Urbano, publicado pouco antes de sua morte, com orientações de como agir no combate à ditadura.
Reconhecimento
O governo Dilma oficializou sua anistia post mortem e o Estado brasileiro reconheceu sua responsabilidade na execução do dirigente da ALN. Todo ano, em 4 de novembro, também é realizada uma homenagem na calçada da alameda Casa Branca em frente ao monumento em pedra, erguido no local onde ele foi executado a tiros, para relembrar sua morte.
Esta semana, ativistas repetem a solenidade e reforçam a cobrança pela punição dos torturadores e assassinos que agiram sob a proteção do governo militar. Eles vão lembrar que no último dia 15, o comandante do DOI-Codi paulista, o coronel do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido torturador pela justiça e pela Comissão Nacional da Verdade, faleceu sem pagar pelos crimes que cometeu. Durante seu comando à frente do DOI-Codi foram mortos sob tortura pelo menos 45 presos políticos.
Os ativistas também vão rechaçar a homenagem feita pelo Exército ao coronel, no final de outubro, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Eles consideram o ato um insulto contra as vítimas de Ustra e seus familiares.
Do site da revista Caros Amigos
terça-feira, 3 de novembro de 2015
LibRe promove encontro de formação em Porto Alegre
Na manhã de sábado (31/10), os camaradas de diversas regiões do país se encontraram para uma formação e estudos da teoria e planejamento prático no Diretório Acadêmico da Faculdade de Educação (DAFE-UFRGS). Antes do início os jovens puderam interagir através de uma apresentação coletiva e cultural dos jovens da Bahia. Na segunda parte deste dia foi feita uma exposição e debate sobre a importância em se fazer uma análise de conjuntura que dê base para uma atuação firme na realidade.
As principais demandas apontadas para o próximo período dão conta de se inserir nas lutas contra o avanço do conservadorismo no país, que se constitui, por exemplo, através do PL 5069/2013, que criminaliza o direito ao aborto feito por mulheres estupradas, o ajuste fiscal que ataca diretamente trabalhadores, a redução da maioridade penal, os cortes na educação, o Estatuto da Família entre outros.
Já no domingo e na segunda as pessoas tiveram a oportunidade de debater as questões que envolvem a organização como meio capaz de se apontar uma perspectiva transformadora e indicar saídas da atual crise do capitalismo.
Em todos os espaços foram lidos e comentados textos importantes para a formação crítica da militância. Entre eles estavam Alexandra Kollontai, Marx, Lenin, Simone de Beauvoir, Wilhem Reich e Rosa Luxemburgo.
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quarta-feira, 17 de junho de 2015
54º Congresso da UNE: Unidade popular e democracia são destaques
O 54º Congresso Nacional da UNE (Conune) ocorreu em Goiânia entre os dias 3 e 7 de junho e teve como lema “Em defesa da democracia, dos estudantes e do Brasil”. Com intenso debate sobre os rumos da entidade que completa 78 anos de existência, os estudantes aprovaram as diretrizes e ações para o próximo período.
A ênfase das discussões foi em torno do papel da UNE nas lutas populares, contra os efeitos da crise e os retrocessos que a classe dominante quer imprimir. Ao lado dos explorados e oprimidos, a UNE deve retomar a sua capacidade de ação nas massas com influência e destaque como sujeito político capaz de pautar reformas avançadas.
O posicionamento contra a redução da maioridade penal unificou os quase 10 mil estudantes que participaram do Conune. Durante o congresso foram realizados diversos painéis sobre assistência estudantil, financiamento, apresentação do relatório da Comissão Nacional da Verdade entre outros assuntos de relevância.
Nas plenárias finais que aprovaram a posição política da entidade e sua direção, as disputas por um projeto que reconduza a UNE ao papel de protagonismo social ficaram em segundo plano. A predominância de atores mais interessados no aparelho político e menos na sua capacidade de ação reafirmou a posição majoritária na ausência de uma crítica sobre o Estado.
A Juventude Liberdade e Revolução (LibRe) e Refundação Comunista (RC) participaram dos diversos espaços de intervenções e na composição da plenária nacional do Movimento por uma Universidade Popular (MUP). No espírito da unidade popular, dialogou com todos os setores progressistas e avançados na luta pelo combate aos ataques que a direita tenta impor no país, como corte de verbas para a educação, a presença do capital estrangeiro no controle de grande parte das universidades, a ampliação da terceirização e redução da idade penal.
Como elemento fundamental para fundar um amplo movimento de unidade pela esquerda, destacamos a necessidade da democracia no horizonte para que a UNE volte a ser grande e perigosa. Na luta por eleições diretas, transparência das contas e dos processos eleitorais, no resgate da importância do movimento pelas bases (através da participação dos Ca’s, Da’s, executivas de cursos, DCE’s etc.) os militantes da LibRe e RC se posicionaram na defesa de chapa em favor de uma universidade popular, junto aos camaradas da Juventude Comunista Avançando, e votando favoráveis com o campo da Oposição de Esquerda.Estamos na luta com o povo brasileiro na defesa e pela ampliação da democracia e na construção de uma universidade popular!
terça-feira, 2 de junho de 2015
Contribuição ao 54º Congresso da Une (CONUNE)
Leia a contribuição dos militantes da Refundação Comunista e da Juventude Liberdade e Revolução (LibRe) ao 54º Conune, que acontecerá entre os dias 3 e 7 de junho de 2015.Clique aqui para baixar o arquivo em PDF.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Aos 180 anos da tomada de poder do Movimento Cabano
Por
Jorge André Silva
ALIENAÇÃO HISTÓRICA
180 anos e nenhuma
palavra que escape, nem mesmo por acidente, de qualquer das bocas que
falam para as massas. 180 anos de sangue de pobre, preto, índios
revoltosos, derramados pela fúria dos que dominam sem precisar de
justificativas, pois sua sanha sanguinária (ainda) os permite
ignorar a vida, o valor da vida e a pulsão por liberdade.
No Pará, 180 anos
atrás, o povo tomou o poder. Essa afirmação é tão agressiva e
tão impactante que desaparece dos livros de história ou é tratada
como mais um capítulo alegórico que serve apenas para
subquestionários de vestibulares excludentes.
Mas quem no Brasil
comemorou a plenos pulmões o derrubar violento de um governo que foi
opressor até que se viu acuado e deposto? Quem comemorou a invasão
da Prefeitura de Belém,a morte de europeus e a bandeira de pobre,
preto e índio, que tremulou em 07 de janeiro de 1835? Você soube de
alguém? Será que não houve ninguém?
Houve sim. Alguns
cabanos em Belém não deixaram a data passar em branco. Armaram-se
de armas cênicas para confrontar o silêncio sínico e ocuparam a
praça com uma tal marginalia desautorizada e inspiradora, para
gritar que a Cabanagem deve ser comemorada no dia em que foi
vitoriosa.
Cabanos realizaram
ocupações culturais no antigo Mercado de São Braz e na praça
Tancredo Neves no bairro periférico da Marambaia. Sarau Cabano e
Sarau Multicultural do Mercado. Ambos, construídos como ações
coletivistas, microfones abertos, exposições, textos libertários,
intervenções. E o tom, o mesmo: comemorar o povo que fez o
impossível apresentar-se como inevitável. Revolucionários cabanos
exigindo pertencimento em sua própria história.
O Sarau Multicultural
do Mercado ocorre mensalmente, na primeira quinta-feira do mês,
sempre no Mercado de São Bras e o coletivo Vagalume realiza diversas
ações sócio-artístico-culturais no bairro da Marambaia e
adjacências.
Vale
ressaltar que o termo “Alienação histórica” é exatamente o
que vivemos e que, ao contrário do que muitos imaginam, a palavra
alienação não significa burrice, desconhecimento, preguiça
mental, ou qualquer dessas acusações em que sutilmente foi
transformada. Alienar significa ROUBAR. Quando levaram seu celular,
você foi alienado dele. Portanto, a alienação é culpa
do alienador, não do alienado! Logo cabe perguntar: quem
vem roubando o conhecimento de nossa história, para quê o faz e o
que faremos?
REVOLUÇÃO POPULAR
Em Belém, a menção
cotidiana oficial ao movimento Cabano é uma data, nome de rua
inclusive, trata-se da Rua 13 de maio. Agitada, é uma das principais
vias de acesso ao consumo (e à exploração de cabanos urbanos).
Central no centro da cidade, a rua foi batizada pelo Império por ser
o local onde o líder Cabano (mas não popular) Eduardo Angelim,
residia e onde amargou a lembrança diária de sua derrota todos os
dias da vida posterior ao fim do levante popular.
7 de janeiro? Dia de
fogo, flecha, revolução? Não! Não comemorem. Nem mesmo
lembrem!!!!
Ao brasileiro não cabe
comemorar seus heróis. A menos que se trate de Ayrton Senas, Xuxas e
negros mais racistas que racistas. Ao brasileiro cabe memorizar
heroísmos que lhe tenham massacrado, ratificado explorações e
eliminado sua resistência. Ao brasileiro cabe repetir a história
dos vencedores, não dos vencidos, não a sua. E como vencidos ainda,
nossas vitórias não viram páginas, nem homenagens, nem hinos.
Nossas vitórias apenas
serão comemoradas se, por insurgências autodeterminadas e teimosas,
decidirmos que podemos nós mesmos escolher a quem aplaudir e a quem
tomar como modelos.
Quando, por
compreendermos o papel do ídolo no jogo de sombras burguês,
decidirmos que nos valeu mais um caboclo “anonimado”, tornado
“soldado que seguiu o líder”, do que ícones que anestesiam a
percepção de que quem derramou sangue não está listado na
história.
O povo que guerreou é
outro, não o que ilustra as iluminuras. Nunca vi Maria, Zé, Tião.
Mas foram deles as mãos de carregaram as canoas e que moravam nas
Cabanas que batizaram o movimento. Mas só isso.
Parecemos viver em um
país de heróis, mas de poucos heróis, não de povo coletivamente
heroico. A aparência que se constrói e se consolida é de que
nenhum movimento é realmente popular, mas resultado de líderes e de
sua potência de ação.
É por essa sensação
que as lutas mais importantes, as que se dão nas ruas, são
transformadas em segundos de telejornal, não em modelos embrionários
do que deveria ser a democracia.
Fala-se em revolução,
mas espera-se a reedição de outras revoluções, nunca as nossas
próprias. Fala-se em liberdade, mas busca-se a cristalização de
cúpulas livradoras. Fala-se de movimentos de massa, mas a primeira
busca é por sua subordinação, doutrinamento e hierarquização, só
depois disso a massa torna-se política. É o que demonstram e que só
vai acabar quando a própria massa decretar seu fim.
A ansiada revolução é
popular? Então porque ninguém está explicando isso massivamente
para o povo? Porque ninguém toma para si a Cabanagem, a Balaiada,
Canudos e quilombos?
LEVANTE CULTURAL
Por tempos no Brasil as
ideias eram mais perigosas que bombas. Tanto é que levantes
militares não amedrontavam tanto quanto livros, assembleias e
canções.
A mercantilização da
cultura é a guerrilha subliminar mais perigosa que o sistema
capitalista promove contra a sociedade, pois retira a liberdade
criativa sem demonstrar que está sufocando o poder de transformação
inerente ao brasileiro.
Levantem as mãos os
que gostam de samba. Agora os que sabem tocar.
Levantem as mãos os
que escrevem poemas. Agora os que se interessam por eles.
Levantem as mãos os
que pagam R$ 200,00 por um ingresso. Agora os que batucam nas panelas
e garrafas com feijão, ocupam a rua e cultuam a si mesmos enquanto
células da cidade.
Se a cultura é
produto, quem é a matéria prima? Nossos cérebros, nossas almas ou
o dinheiro de alguém???
Cultura-produto é
sinônimo de políticas públicas silenciadoras, artistas
panfletários produzindo para vender, não para viver (viver arte).
Cultura-produto é sinônimo de mega-espetáculo, nunca de carimbó,
forró pé de serra, samba de cacete, a não ser que sejam para
atender a um edital segregador que não passa de vestibular que
disfarça falta de vagas.
Cabanagem cultural.
Invasão dos centros de poder ideológicos pelas (e para as) mãos
das Marias, Zés e Tiãos. Cabanagem artística. Cabanagem contra a
sabotagem!
Não vou descrever
pormenorizadamente os atos públicos realizados em 7 de janeiro de
2015 em Belém, se você desejar saber sobre eles, pesquise no face
o grupo“Sarau Multicultural do Mercado” e sobe o Sarau Cabano da
Marambaia “Flávio GammaDagamma”.
Muito mais que
publicizar o que fizemos, o importante é perguntar: o que faremos?
POR UM BRASIL CABANO
No Brasil a esquerda
luta por hegemonias de grupo, não por hegemonia de classe. É por
isso que se a denúncia respingar em “colegas” ela é deixada de
lado. E dane-se a situação. É por isso que os sindicatos são
ringues, não cooperativas políticas organizadoras dos
trabalhadores. É por isso que os partidos são por dentro ninhos de
cobras que engolem cobras, não agregações de linhas de frente. As
vanguardas de hoje são equívocos, porque não lutam para construir
a revolução, mas para tomar o controle dela quando for vitoriosa
(sim, quando for vitoriosa, já que o desenvolvimento de sua luta
também não é de seu interesse).
O ouro de tolo
amealhado pelo carguismo, por mais reluzente e cheio de zeros à
direita que represente, nunca será suficiente para santificar os
carros/casas/prazeres comprados.
A subserviência dos
pseudo lutadores às benesses do sistema, não resolve nem os
problemas dos que se vendem nem a pulsação da revolta dos que são
vendidos, mesmo quando eles não entendem porque suas lutas não
avançam.
O Brasil por enquanto
não tirará do poder os filhos e apadrinhados de Dom Pedro, que hoje
possuem novos sobrenomes, que são acionistas de multinacionais
(brasileiras ou não), que ocupam a nata do topo de ponta da pirâmide
(onde as verdadeiras decisões são tomadas) e que travestem seus
empregados com fardas, legendas, bandeiras e manchetes. Isso só
mudará quando ELES FOREM O ALVO DAS MUDANÇAS.
Enquanto a luta for de
frações contra frações, de facções contra subgrupo e de
movimentos contra movimentos, os herdeiros de Dom Pedro estarão
retomando o poder de raros cabanos que ousarem sair de suas taperas,
matando-os e apagando-os da história.
O Brasil só será de
brasileiros quando uma Cabanagem nacional acontecer!!!
Isso é tão perigoso
que nossa cultura é de “13 de maio”, jamais de “7 de janeiro”.
Isso é tão perigoso que somos chamados para esperar por 1917 ao
invés de chamarmos todos para o pós-2013.
Cabano é bolchevique.
Cabano é comuna. Cabano é brasileiro que não sabia de nada e
assumiu por si aquilo que só se perdeu porque foi repassado para
dom-pedristas.
Dá até para pensar
nos gritos de guerra. “Cabanagem contra a sacanagem”. “Contra
burguês, flechas cabanas pra vocês”. “Chamem os cabanos”.
“Cabanarpara a corrupção acabar”.
Brincadeiras a parte, o
que realmente interessa é a pergunta: és cabano, mano?!
VIVA OS 180 ANOS DA
CABANAGEM!!!!
Ps.: Sentiu falta de
referências históricas, data e tudo mais? Isso você mesmo pode
resolver.
Ps2.:Este
texto é para incomodar e abrasileirar ainda mais nossa base
ideológica, afinal nem o Caetano acredita que só é possível
filosofar em alemão.
Ps3.: O
Sarau Multicultural é culpa do Jorge André Silva e do Ado Mendes; o
Sarau Cabano da Marambaia é culpa do Flávio GammaDagamma. Dá para
acha-los pelo facebook.
FOTOS DO SARAU
MULTICULTURAL DO MERCADO
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